Conferir e aceitar a proposta do Domus
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Depois que o Domus entende a obra — leu os documentos, você conferiu o que ele entendeu, respondeu à entrevista e consolidou o modelo técnico —, ele propõe a estrutura de serviços inteira: os grupos, os serviços, a quantidade de cada um com a conta que a produziu e a composição de cada serviço. Você confere, desmarca o que não se aplica, corrige o que precisar e aceita.
O gesto é conferir, não digitar.
Antes de começar
Seção intitulada “Antes de começar”- Permissão para adicionar em Interpretação, para pedir a proposta.
- Permissão para adicionar em Orçamento, para aceitar — e também em Catálogo e preços, para aceitar uma composição nova.
- O modelo técnico consolidado. Ver consolidar o modelo técnico.
1. A proposta começa sozinha
Seção intitulada “1. A proposta começa sozinha”Ao consolidar o modelo técnico de uma obra que ainda não tem nenhum serviço na estrutura e para a qual o Domus nunca propôs nada, ele já começa. Não há botão a clicar.
Se a obra já tem estrutura, ou se você quer pedir à mão, abra a aba Orçamento: o cartão O Domus monta a estrutura e as quantidades (ou O Domus completa a estrutura, quando já há serviços) traz o botão Propor a estrutura e as quantidades — ou Propor o que falta.

Enquanto ele trabalha, a tela diz “O Domus está montando a estrutura da obra e a conta de cada serviço…”. Leva alguns minutos, e você pode sair da tela: o painel Próximo passo, no alto, avisa quando terminar.

2. Leia o que o Domus assumiu
Seção intitulada “2. Leia o que o Domus assumiu”A proposta abre no topo da aba de orçamento, em Proposta do Domus para esta obra. O primeiro bloco é O que o Domus assumiu: as premissas que ele precisou adotar onde a obra não define — o perímetro externo estimado pela área, o número de sapatas e a seção de cada uma, a densidade de pontos elétricos.
Cada premissa tem caixa de seleção e mostra o nome e o valor que as contas
usaram: perimetro_externo = 62 m. As que ficarem marcadas viram premissas da
obra, com o texto do Domus.

3. Confira cada serviço, pela conta
Seção intitulada “3. Confira cada serviço, pela conta”Os serviços vêm por grupo. Em cada linha: a caixa de seleção, a quantidade editável, a unidade, a composição numa lista, e abaixo a conta que produziu a quantidade, em letra de máquina, mais o motivo do serviço.

área da garagem + área da varanda = 29,50 + 20,47 = 49,97A conta é o que se confere. Ela é montada sobre características já validadas na revisão e sobre as premissas do bloco anterior, e é avaliada pelo motor de cálculo do Domus — o modelo de linguagem não escreve o número final.
O que a conta garante:
- A unidade fecha. Um volume é seção × comprimento; em fundação e estrutura, número de peças × seção × comprimento — “22 × 0,80 × 0,80 × 0,30”. Uma conta que daria área para um serviço medido em metro cúbico é refeita pelo Domus antes de chegar à tela.
- Volume tem teto. Mais de 1 m³ por metro quadrado construído num serviço medido em m³ é recusado. Foi o que pegava pilares com 476 m³ numa casa de 151 m².
- Contagem é número inteiro. Serviço medido em unidade sai arredondado para
cima, e a conta diz:
… = 75,86 → 76 (contagem arredondada para cima). Metro, metro quadrado e metro cúbico continuam com duas casas. - Toda premissa com número tem unidade. Centímetro aparece escrito em metro.
Corrija a quantidade quando você tiver a medida real — a quantidade digitada fica registrada na observação do serviço, junto com a que o Domus tinha proposto. Desmarque o serviço que não se aplica.
4. Escolha a composição de cada serviço
Seção intitulada “4. Escolha a composição de cada serviço”A lista de composições de cada linha traz, nesta ordem:
- a composição sugerida, com o código e a unidade;
- Nova, proposta pelo Domus, quando o catálogo não tem nada que sirva;
- Sem composição — propor depois;
- o resto do catálogo, com as composições de mesma unidade primeiro.
Na composição nova, ver os N insumos propostos abre a lista com coeficiente, perda e a situação de cada insumo: o código, quando ele já está no seu catálogo; insumo novo; ou insumo novo (o do catálogo com este nome é em kg) — nome igual e unidade diferente é outro insumo, e nasce separado.
O Domus propõe no máximo 10 composições novas por proposta. Os serviços além disso chegam como sem composição, e a composição deles se pede depois, pelo propor composição da estrutura. Se a franquia de IA acabar no meio, a proposta segue com o que já tem e diz isso na tela.
Quem não tem permissão para adicionar em Catálogo e preços não vê a opção de composição nova: o serviço vem marcado como sem composição.
5. Aceite
Seção intitulada “5. Aceite”Clique em Aceitar N serviço(s) e gerar o orçamento. De uma vez, o Domus:
- cria os grupos — ou usa os que já existem com o mesmo nome, marcados na proposta como grupo que já existe;
- cria os serviços marcados, com a quantidade que está na tela;
- cria no catálogo as composições novas aceitas, com código DOM-001, DOM-002…;
- grava as premissas marcadas, sem repetir uma que já exista igual na obra;
- gera a versão do orçamento na competência do mês e na UF da obra.
Um aviso diz quantos serviços ficaram sem preço. É o passo seguinte — e ele também começa sozinho: gerada a versão com linhas abertas, o Domus já propõe ligar os insumos sem preço ao SINAPI, e o painel Próximo passo pede Conferir as ligações. O que a base não resolve fica para cotar. Ver usar os preços do SINAPI e registrar os preços que faltam.
Depois do aceite, a proposta vira uma linha. Se tudo o que ela trazia entrou na estrutura, a linha diz “A proposta do Domus já está na estrutura.”, com Propor de novo. Se você desmarcou algum serviço, ela diz “A proposta do Domus foi aplicada em …; N serviço(s) ficaram de fora.”, com Rever o que ficou de fora e Propor de novo. Aceitar de novo não duplica nada: serviço que já está na estrutura com o mesmo nome conta como já estava.

O que acontece depois
Seção intitulada “O que acontece depois”A estrutura existe, o orçamento tem uma versão, e a obra segue pelo caminho normal: gerar e aprovar um orçamento. Acrescentar serviço à mão continua possível, pelo Acrescentar item da estrutura de serviços.
Cada proposta consome a franquia de IA da conta, e cada composição nova também.
Problemas comuns
Seção intitulada “Problemas comuns”Alguns serviços ficaram de fora, com um aviso âmbar. É “O Domus não fechou a conta de N item(ns), que ficaram de fora — acrescente à mão na estrutura”. Na última tentativa, o serviço cuja conta ainda não fechava sai da proposta em vez de derrubá-la, desde que seja no máximo um quinto do total. Abra a lista para ver quais e por quê, aceite o resto e acrescente esses à mão. Premissa recusada também aparece aí, com o motivo.
A proposta falhou. O aviso traz O que não fechou na última tentativa, problema por problema, pelo nome do serviço ou da premissa — por exemplo, uma conta que dá m² para um serviço medido em m³. Clique em Tentar de novo. Se havia uma proposta anterior, ela continua na tela, logo abaixo do aviso, e pode ser conferida e aceita como estava.
A mensagem de falha cita um provedor de IA. Ela diz o que aconteceu em cada um, na ordem em que foram tentados — “openai: saída não validou…; anthropic: provider respondeu 400 (crédito ou cota esgotados)”. A frase entre parênteses é do Domus, não do provedor.

“Propor de novo” pede um motivo. A obra não mudou desde a última proposta. Escreva o que estava errado, com pelo menos 10 caracteres; o motivo fica registrado.

A proposta não trouxe a fundação. Se a obra foi assumida com a fundação pronta, é o esperado: o Domus lê o ponto de partida da obra e não propõe o que outra empresa já fez.
Não vejo o cartão da proposta. Falta a permissão de adicionar em Interpretação. Quem só consulta não dispara análise.
O aviso pede a UF. A UF do orçamento é a da obra e, se ela não tiver, a que a entrevista registrou. Sem nenhuma das duas, a estrutura é criada e o orçamento espera a UF. Preencha-a em editar dados da obra.